Ficar no banco no futebol infantil também é jogar

Ficar no banco dói. Mas também ensina. Às vezes, é ali que a criança aprende a observar, respirar e entrar diferente no jogo.

Ficar no banco dói. Mas também ensina. Às vezes, é ali que a criança aprende a observar, respirar e entrar diferente no jogo.

Cada criança entra em campo com uma forma própria de sentir o mundo.
Algumas explodem, outras se calam, outras riem, outras seguem em silêncio.
Essas diferenças não são defeitos. São expressões do temperamento.
Quando o adulto aprende a enxergar isso, o futebol deixa de ser pressão
e passa a ser formação.

Cada criança entra em campo carregando sua forma única de sentir o mundo.
Enquanto algumas se revoltam após errar, outras abaixam a cabeça, se calam ou se retraem.
Essas reações não são fraqueza nem desinteresse — são expressões do temperamento.
Compreender isso muda tudo:
o adulto deixa de rotular e passa a orientar,
o erro deixa de ferir e passa a ensinar,
o jogo deixa de ser medo e vira formação.